Seguidores

"Tudo podemos obter pelo pensamento. Devemos então pensar com exatidão aquilo que realmente desejamos".
Spinoza
Mostrando postagens com marcador Pintores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pintores. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de junho de 2014

DI CAVALCANTI obra : Samba

Obra “Samba” de Di Cavalcanti foi queimada em incêncio

 
Uma das mais importantes coleções particulares de arte do Brasil, que incluía a obra “Samba” (1925), de Emiliano Di Cavalcanti, foi parcialmente destruída em um incêndio no apartamento em Copacabana do colecionador Jean Boghici.
“Samba” é considerada a maior obra de Di Cavalcanti e a melhor representação da cultura negra realizada no modernismo brasileiro. Só sobrou os pés dos personagens (30% da tela).
O prejuízo financeiro é de R$ 60 milhões (apenas a obra de Di Cavalcanti valia R$ 50 milhões), mas o maior prejuízo é para a arte brasileira. As  obras de Tarsila do Amaral “O Sono” (1928) e “Sol Poente” (1929) e uma escultura de Victor Brecheret foram salvas.
As obras destruídas estariam na mostra de inauguração do Museu de Arte do Rio.

sábado, 23 de novembro de 2013

Alfredo Volpi e as Bandeirinhas




Alfredo Volpi nasceu na Itália e veio para o Brasil com um ano de idade, em 1897, com os pais que emigraram para São Paulo. Desde pequeno gostava de misturar tintas e criar novas cores. Esse talento o levou a trabalhar como pintor de frisos, florões e painéis nas paredes das mansões paulistanas.
Estudou na Escola Profissional Masculina do Brás e trabalhou como marceneiro, entalhador e encadernador. Aos 16, ele pintou sua primeira aquarela. Aos 18 anos de idade, ele pintou sua primeira obra de arte, sobre a tampa de uma caixa de charutos, usando tinta a óleo.
Em 1925 iniciou sua participação em mostras coletivas. Até se firmar como pintor, exerceu vários ofícios, como o de decorador de interiores. Autodidata em artes, tornou-se membro do Grupo Santa Helena, nos anos 1940, onde conheceu o pintor paulista Ernesto de Fiori, que iria influenciá-lo de maneira decisiva.
O grupo era formado por artistas paulistas que se reuniam no palacete Santa Helena, desenvolvendo, durante as décadas de 30 e 40, pinturas que retratavam cenas da vida e da paisagem dos arredores de São Paulo. Participou das primeiras manifestações artísticas contra os modernistas de 1922, junto com outros pintores do Grupo Santa Helena, como Bonadei, Rebolo, Clóvis Graciano, Pennacchi.
Volpi expôs no Salão de Maio e na 1ª. Exposição da Família Artística Paulista, em 1938, ambos em São Paulo. No ano seguinte, depois de uma viagem a Itanhaém, no litoral sul paulista, começou a pintar paisagens marinhas. Participou do 7º Salão Paulista de Belas-Artes em 1940.
Treze anos depois, ganhou o prêmio de melhor pintor brasileiro, na 2ª Bienal de São Paulo. A partir daí, tornou-se um pintor famoso. Bienal de Veneza, várias retrospectivas (exposições com a obra do autor) em museus e galerias, precederam a exposição Volpi 90 anos, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, no aniversário do artista, dois anos antes de sua morte.
Ao longo de quase um século de existência, Volpi passou por várias fases, recebeu influências de pintores impressionistas e clássicos como Cézanne, Giotto, Ucello, encontrando seu próprio caminho. Volpi criou sua própria linguagem na pintura e evoluiu naturalmente das representações de cenas da natureza para produções mais intelectuais, concebidas em seu estúdio.
Daí em diante suas obras seriam dominadas pelas cores e pelo estilo abstrato geométrico. Exemplo marcante disso são suas bandeirinhas multicoloridas, que se tornaram sua marca registrada. As formas geométricas e as trocas cromáticas começaram nos anos 1970: Volpi preparava várias pinturas parecidas, alterando cores, no que os críticos definem como uma combinação inventiva.
É a fase das bandeirinhas, sua maior contribuição para a arte brasileira moderna, expressa em seu trabalho Bandeiras e Mastros. Só pintava com a luz do sol e se envolvia totalmente com a criação de sua obra, o que incluía esticar o linho para as telas. Depois de dominar a técnica da têmpera com clara de ovo, o artista nunca mais usou tintas industriais - "elas criam mofo e perdem vida com o passar do tempo", dizia.
Num processo típico de um pintor do Renascimento, fazia suas próprias tintas, diluídas em uma emulsão de verniz e clara de ovo, em que ele adicionava pigmentos naturais purificados (terra, ferro, óxidos, argila colorida por óxido de ferro) e ressecados ao sol.













sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Tarsila do Amaral

Tarsila do Amaral - Obras Principais - Modernismo Brasileiro 

Nascida em 1886 no interior de São Paulo teve a oportunidade de ir para o exterior aprender sobre outras culturas, quando era aluna, seu professor de pintura não aprovava as cores que Tarsila optava por utilizar, alegava serem cores caipiras. Porém, esta se tornou a marca de suas obras bem como a paisagem rural.
Tarsila foi casada com Oswald de Andrade com quem deu início ao Movimento Antropofágico onde defendiam que a cultura dos outros países (que estavam muito presentes no Brasil) deveria ser engolida e transformada em algo novo e bem brasileiro.
Passou em sua vida por momentos históricos brasileiros como o Movimento Modernista, a Crise da bolsa de NY e a Crise do Café no Brasi. Tarsila perdeu sua filha e neta ainda em vida e faleceu as 86 anos.
Imagem Google



Na imagem, vemos da esq.para direita acima : Ovo ou Urutu, Sol Poente e Antropofagia, e abaixo,A Negra, Abaporú e A Cuca

Abaporu, de Tarsila do Amaral, a tela brasileira mais valorizada no mundo, hoje encontra-se exposta no
 Museu de arte latino-americana de Buenos Aires (MALBA). Com influência modernista, foi pintado
 em 1928 por Tarsila do Amaral para dar de presente de aniversário ao escritor Oswald de Andrade,
seu marido na época.

Tem muitas histórias do Brasil nas telas de Tarsila do Amaral

O estudo do quadro Operários, de autoria da primeira-dama do modernismo, permite observar como o país ingressou no mundo industrializado, no início do século 20

Operários: destaque da fase social da pintora, a tela mostra os vários rostos dos trabalhadores da recém-inaugurada indústria brasileira. Foto: Reprodução
Operários: destaque da fase social da pintora, a tela mostra os vários rostos dos trabalhadores da recém-inaugurada indústria brasileira.
O quadro pintado em 1933 é um verdadeiro painel da nossa gente, a mesma que veio dos quatro cantos do país e do mundo para pegar pesado nas fábricas, que na época começavam a transformar a paisagem brasileira.


Obra: Carnaval em Madureira
Obra: A Feira
Obra: Morro da favela
Obra: O Mamoeiro
Obra: O Pescador
Obra: São Paulo
Obra: O Vendedor de Frutas, de 1925, marca a passagem de sua fase pós-cubista para o surrealismo, destacando elementos da cultura popular brasileira.
 
Obra: A Família

Obra: Urutu

Mário de Andrade por Tarsila do Amaral
Oswald de Andrade por Tarsila (Oswald foi casado com Tarsila)
Auto Retrato de Tarsila do Amaral
Oswald e Tarsila

domingo, 31 de outubro de 2010

Pinturas Monet

Gosto muito de pinturas,e gostaria de começar a postar algumas , começando por Monet, pintor francês.
O Jardim de Monet em Giverny
"Quando não se pode voltar, só devemos ficar preocupados com a melhor maneira de seguir em frente."